https://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/issue/feedHistória Oral2026-04-29T10:45:50-03:00Milena Galdezrhistoriaoral@gmail.comOpen Journal Systems<p>A Associação Brasileira de História Oral (ABHO), sociedade científica sem fins lucrativos, tem como um dos pontos centrais de sua proposta programática a publicação da revista <em>História Oral</em>, inscrita sob o ISSN 2358-1654, Qualis de estrato A2 (quadriênio 2021-2024).<br /><br />A revista se destina aos associados e a todos os interessados na metodologia e na teoria das pesquisas que utilizam fontes orais. Criada em junho de 1998, <em>História Oral</em> foi a primeira publicação brasileira, de circulação regular, inteiramente dedicada à divulgação de trabalhos nacionais e internacionais baseados em fontes orais, desempenhando assim importante papel na formação de pesquisadores. <br /><br />A revista trabalha com sistema duplo-cego de revisão por pares. Desde agosto de 2009, <em>História Oral</em> passou a contar também com uma edição eletrônica e, desde 2010, circula exclusivamente em formato digital. A partir de 2023, passou a ter periodicidade quadrimestral. Todos os artigos da revista estão disponíveis para acesso e livre circulação, desde que propriamente citados.</p>https://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1617História oral e transexualidade2025-07-29T08:59:33-03:00Vinícius Magnun Santos Rochavinicius.magnun.rocha@usp.br<p>Trata-se da resenha do livro "História oral e transexualidade", organizado por Marta Rovai. Nela, o autor faz uma análise do livro em questão, apresentando seus diferentes artigos e os relacionando ao conceito de sistema moderno-colonial de gênero, de Maria Lugones (2000). </p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1692Religiões e Religiosidades a partir da História Oral: entrevista com Caroline Jaques Cubas2026-04-24T15:12:12-03:00Diego Omar da Silveiradiegomarhistoria@yahoo.com.br<p>Entrevista com Caroline Jacques Cubas, sobre os desafios de estudar as religiões e religiosidades no Brasil a partir da História Oral ou, pelo menos, em estreita relação com as possibilidades abertas pelas narrativas e tradições orais nesse campo. A partir da trajetória da entrevistada e de seus principais trabalhos e temas de pesquisa – com destaque para a vida religiosa feminina e o catolicismo brasileiro nas últimas décadas – esta conversa busca apontar tarefas – várias delas coletivas – que ainda conclamam a comunidade historiadora, como a preservação das entrevistas realizadas no âmbito de nossos projetos de pesquisa e a produção de acervos, amplos e acessíveis, capazes de assegurar às novas gerações as memórias religiosas de “fiéis de outros tempos”.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1685História Pública, Cinema e reflexões sobre o tempo presente2026-03-30T11:38:06-03:00Ygor Pires Monteiroygor_pires01@hotmail.comCarlos Eduardo Pinto de Pintodudachacon@gmail.com<p>Esta entrevista foi feita no dia 17 de outubro de 2022, de forma online, a partir da plataforma virtual <em>Zoom</em>. A conversa ocorreu um ano após o lançamento oficial do filme <em>Marighella</em>, dirigido por Wagner Moura, nos cinemas brasileiros. Temas relacionados à trajetória da obra ou ao próprio artista foram abordados, como os obstáculos para a estreia, a ascensão da extrema direita no Brasil, os desafios de produzir um filme de temática histórica e as relações entre história e cinema.</p> <p> </p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1691Oralidades, religiões e religiosidades: desafios e perspectivas para a História Oral 2026-04-23T07:14:08-03:00Diego Omar da Silveiradiegomarhistoria@yahoo.com.brFábio Lanzalanza1975@gmail.com<p class="p1">O artigo apresenta o percurso que nos trouxe até este dossiê, no qual se cruzam, de formas diversas e interdisciplinares, as oralidades e a História Oral e a história das religiões e religiosidades no Brasil. Se a imbricação entre esses campos não é propriamente nova, o que pretendemos mostrar é que ainda há muito por ser feito – balanço que também ajuda a entender melhor os caminhos trilhados até aqui e a desenhar, de certo modo, nossos horizontes de expectativa. De modo geral, apontamos os desafi os de preservar as memórias religiosas em seu aspecto mais amplo possível, não apenas rompendo as barreiras das religiões hegemônicas e socialmente mais aceitas, mas também promovendo ou articulando pesquisas capazes de ouvir outras regiões do país (para além do Sul e Sudeste) e outras epistemologias.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1638A trajetória da intelectualidade negra no Ceará: origem do Grucon e afirmação da consciência racial (1982-2022)2025-12-10T10:40:18-03:00Arilson dos Santos Gomesarilsondsg@yahoo.com.brWilliam Augusto Pereirawilliamaugusto1162@gmail.com<p class="p1">A origem do Grupo de União e Consciência Negra (Grucon) simboliza mais do que um ponto de partida organizativo: representa a emergência de uma consciência coletiva, crítica e engajada que se opõe frontalmente à narrativa dominante que, historicamente, silenciou, apagou ou distorceu a realidade da população negra no Estado do Ceará. O objetivo deste artigo é visibilizar, com o auxílio de entrevistas e de revisão bibliográfi ca, a trajetória do movimento negro contemporâneo e de suas intelectualidades, no Ceará, com ênfase em suas raízes, nas relações com a Igreja Católica e nas articulações históricas para publicização a partir de uma organização cuja agenda esteja direcionada ao reconhecimento da identidade negra na história e na realidade do Ceará.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1645Tensões entre oralidade e escrita: considerações sobre história oral no Candomblé2026-03-02T10:19:07-03:00Lucas Gomes de Medeirosalucasgm@gmail.comGuilherme Paiva de Carvalhoguilhermepaiva@uern.brEliane Anselmo da Silvaelianeanselmo@uern.br<p>O texto que segue resulta de reflexões que partem de pesquisas desenvolvidas em terreiros de Candomblé nos estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Mediante experiências de longa duração junto às comunidades de culto, apresentamos e discutimos as extensões e limites de uma crença comum e bastante reproduzida na bibliografia sobre essa religião, nos referimos ao exclusivismo da oralidade. Não negamos que o Candomblé produz seus saberes e os transmite majoritariamente através das narrativas orais, mas pretendemos compreender em que medida a escrita povoa esses espaços, em que momento ela é usada e quais suas aproximações e divergências com a prática da oralidade. Destacamos também a incorporação de textos escritos produzidos na academia e utilizados de alguma forma nos terreiros. Tais considerações aqui estruturam um texto ensaístico e propositivo que tem por objetivo elucidar questões pertinentes à prática da história oral nessa seara.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1633Uma vida em movimento: Toni Reis e a formação do Grupo Dignidade2026-02-04T08:28:42-03:00Izabela de Paula Gomesizagomes2704@gmail.comFrank Antonio Mezzomofrankmezzomo@gmail.com<p class="p1">Neste artigo, exploramos aspectos das múltiplas dimensões de Antônio Luiz Harrad Reis, conhecido como Toni Reis, com foco em sua formação identitária, diálogos com a religião e atuação pública. Organizamos a análise em dois eixos: (I) sua infância e adolescência, marcadas pela “descoberta” da homossexualidade e as incursões na Igreja Católica; e (II) sua atuação como ativista, especialmente na fundação do Grupo Dignidade e no enfrentamento da epidemia de AIDS nos anos 1990. Compõe o corpus empírico da pesquisa uma entrevista com Toni Reis, documentos e livros autobiográficos localizados no Grupo Dignidade. A partir da abordagem biográfica, problematizamos o movimento, as mudanças e os caminhos traçados pelo personagem, entendendo que a vida é uma viagem com diferentes vielas, ramais e bifurcações presentes na constituição dos sujeitos.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1663Vozes da Diversidade: Oralidades Infantis sobre Religião no Cotidiano Escolar2026-02-04T08:22:35-03:00Rosiane Brandão Siqueira Alvesrosianebrandao14@gmail.comRejane Brandão Siqueirarejsiqueira@gmail.com<p class="p1">Este artigo apresenta uma análise das narrativas orais de crianças do 6º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública estadual, localizada no município de Nova Iguaçu (Baixada Fluminense), no estado do Rio de Janeiro. O foco da investigação reside nas experiências e percepções das crianças sobre a religião no ambiente escolar. Adotando uma perspectiva metodológica e teórica dialógica, inspirada em Martin Buber, o estudo investiga como as crianças expressam, vivenciam e atribuem signifi cados às suas identidades religiosas no cotidiano da escola. A pesquisa, de natureza etnográfi ca, combinou diferentes estratégias de coleta de dados, incluindo observação participante, análise documental, rodas de conversa e entrevistas, cujos resultados revelam que a religião se manifesta de forma complexa e multifacetada nas interações das crianças, estabelecendo uma tensão constante com os discursos ofi ciais de laicidade escolar. As narrativas das crianças são evidenciadas como espaços privilegiados de reprodução interpretativa das culturas religiosas, se contraponto à mera assimilação passiva. Conclui-se que o reconhecimento e a escuta dessas vozes são cruciais e demonstram a urgente necessidade da inclusão das perspectivas das crianças nos estudos contemporâneos sobre religião e educação bem como em outros campos.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1658História Oral e conflito religioso: memórias da fundação da Assembleia de Deus (com) Unção de Davi em Juçateua-Marapanim (PA)2026-03-13T10:44:07-03:00Luís Rodolfo da Silva Mourarodolfomoura2005@yahoo.com.br<p class="p1">O presente artigo busca apresentar a história da fundação da igreja pentecostal Assembleia de Deus Ministério Unção de Davi, localizada na vila de Juçateua, no município de Marapanim, região nordeste do Pará. Inaugurada em meados da segunda metade da década de 90 do século XX, a instituição enfrentou grandes confl itos diante das hostilidades e da intolerância religiosa de alguns moradores locais, fato comum no interior paraense naquele período. Para a construção desta abordagem historiográfica, utilizou-se a metodologia da História Oral, tendo como base de análise as memórias de antigos residentes da vila e de membros da congregação que vivenciaram o período de fundação. Portanto, a oralidade, enquanto fonte histórica, torna-se indispensável para este estudo temático, que aponta a forte resistência do hegemônico catolicismo do povoado diante da chegada da expressão religiosa pentecostal.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1694Expediente2026-04-29T08:30:08-03:002026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1563“Era uma oposição sindical, né?”: memórias da militância da Pastoral Operária em Betim (década de 1980)2025-05-02T18:24:32-03:00Lucas Carvalho Soares de Aguiar Pereiralucas.pereira@ifmg.edu.br<p class="p1">Este texto ensaia uma hipótese sobre o problema da memória e dos sentidos do passado a partir da análise de documentos orais produzidos pelo Grupo de Pesquisa História Oral e Mundos do Trabalho do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG). O acervo público em História Oral é um excelente laboratório de análises dos processos de signifi cação subjetiva de eventos históricos. Esta proposta investigativa busca entender o processo de construção de narrativas pessoais a partir de um evento-chave: a militância na Pastoral Operária em Betim (MG). O texto problematiza os sentidos atribuídos a esse passado recente, como a frustração, os ressentimentos, os aprendizados e as satisfações. Por fim, o artigo visa contribuir, a um só tempo, com a historiografi a sobre a região industrial de Betim e com os debates teóricos metodológicos da História Oral.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1556Memórias femininas no processo de institucionalização do parto no interior do Paraná (1950-1960)2025-03-07T09:51:09-03:00Michele Tupich Barbosamtupich@yahoo.com.br<p class="p1">O presente trabalho teve como finalidade contemplar as memórias maternas, através das experiências feministas durante o processo de institucionalização do parto no interior do Paraná. A metodologia utilizada foi a história oral, justamente pelo teor particular da experiência vivida, implícita na pesquisa. Para tanto, foram entrevistadas seis mulheres, que foram mães no período de 1950 a 1960, em Guarapuava, momento em que ocorreu a institucionalização do parto no Paraná. Desta forma, buscou-se articular memória e experiência a fim de contribuir para as discussões referentes às relações de gênero e as próprias experiências femininas.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1561A análise de conteúdo e o tratamento de fonte orais: uma visão do sul global sobre a Unesco e sua relação com o patrimônio mundial2025-03-10T10:05:53-03:00Dalânea Cristina Flôrd.c.flor@ufsc.brFernando Cesar Sossaifernandosossai@gmail.com<p class="p1">Este artigo tem como objetivo problematizar duas questões centrais: a atuação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no reconhecimento e na titulação de patrimônios mundiais, considerando a diversidade cultural global dos bens culturais; e a análise da perspectiva de experts do sul global envolvidos com o processo de fabricação, modelagem e uso do patrimônio cultural. No contexto dessa discussão, destacamos o uso da Análise de Conteúdo, de Laurence Bardin (2021) como uma possibilidade metodológica para o tratamento de fontes orais. As conclusões destacam o papel da Unesco na construção da ideia de patrimônio mundial e na proteção e valorização de bens culturais, além de apontarem preocupações, difi culdades, desafi os, tensões e confl itos que precisam ser enfrentados pelo campo do patrimônio.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1573Dois tempos, uma história, muitas memórias2025-05-02T18:28:13-03:00Caroline Westerkamp Costawesterkamp@gmail.comFlávia Garcia Guidottavia.guidotti@ufsc.br<p class="p1">Este artigo traça um panorama histórico da realização de documentários no curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 1982 entre 1982 e 2021, passando pelas fases mais significativas da sua produção e seu fortalecimento enquanto prática dentro do curso. Baseado na história oral, o trabalho objetiva refl etir sobre as memórias e experiências de professores e estudantes obtidas na produção de documentários, investigando como este produto jornalístico é produzido nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O estudo evidenciou que a produção documental em TCCs no curso de Jornalismo da UFSC pode ser dividida em dois períodos: o Tempo da Comunicação Social e o Tempo do Jornalismo, demonstrando que os documentários produzidos ao longo das décadas refletem tanto as mudanças estruturais e pedagógicas do curso quanto as transformações no próprio jornalismo. Além disso, a pesquisa identificou três aspectos centrais na trajetória desses TCCs: a intencionalidade de memória, que fortalece a preservação histórica e cultural; o processo criativo, que oscila entre a reportagem tradicional e a linguagem documental; e a necessidade de uma disciplina específica para capacitar os estudantes na realização de documentários, dado o crescente interesse pelo formato.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1585História, memória e esquecimento: lembrar e esquecer a desigualdade de gênero vivenciada por Geminiana Bringel nas décadas de 1960 e 19702025-05-26T11:25:51-03:00Roger Kenned Repôlho de Oliveirarogerkenned90@gmail.comJúlio Cláudio da Silvajulio30clps@gmail.com<p class="p1">O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa iniciada em 2016 dedicada a refletir sobre o lugar das mulheres na política por meio da trajetória da primeira vereadora e prefeita interina do município de Parintins Geminiana Campos Bulcão Bringel (Gemica). A vereadora teve uma atuação política que se estendeu de 1956, passando por 1964, até 1982, ou seja, perpassa pelo início e o fim da ditadura civil-militar do Brasil. Este artigo, em específi co, buscou analisar como as memórias sobre as desigualdades de gênero presentes na atuação na política da vereadora Gemica Bringel em Parintins são selecionadas pelos sujeitos, aqui analisados, para delimitar fronteiras de grupos políticos. Os sujeitos, ex-vereadores do partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e cidadãos da sociedade parintinense, lembram das desigualdades que a vereadora sofreu nos espaços públicos e políticos em que atuou. Enquanto dois vereadores do partido Aliança Renovadora Nacional (Arena), contemporâneos do primeiro grupo em seus processos de construção de memórias, não possuem essa memória. Mostrando como o ato de lembrar ou de esquecer são delimitadores, fronteiras e espaços entre grupos que querem ou não fazer ou se sentir pertencentes. Entendemos que as memórias dos sujeitos sobre a desigualdade de gênero revelam o lugar imposto para as mulheres na arena política e as relações de poder ali presentes. Porém, neste trabalho, nos propomos olhar esses outros aspectos dessas mesmas memórias em si. Para tal análise, utilizamos a metodologia de construção e análise de fonte histórica oral para entendermos as narrativas desses sujeitos que conviveram e que possuem memórias sobre a atuação política da vereadora. A atuação da professora se mostra emblemática e extensa, possibilitando entendermos as relações políticas no ato de lembrar e esquecer, fazendo assim ampliar o nosso olhar para as memórias dos sujeitos.</p>2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oralhttps://www.revista.historiaoral.org.br/index.php/rho/article/view/1693Editorial2026-04-28T08:39:54-03:00Márcia Milena Galdez Ferreiramilenagaldez@gmail.comIgor Lemos Moreiraigorlemoreira@gmail.com2026-04-29T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 História Oral